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Sete regras de distribuição internacional

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Uma corporação estabelecida em busca de novos mercados internacionais faz uma incursão em um mercado emergente, limitando cuidadosamente sua exposição ao nomear um distribuidor local independente. No início, as vendas decolam, as receitas crescem agradavelmente e a entrada é elogiada como uma jogada inteligente. Mas depois de um tempo, a estagnação se instala e as vendas se estabilizam. Alarmados, os gestores da multinacional tentam descobrir o que aconteceu. Eles logo resolvem o que consideram ser o principal obstáculo para o crescimento sustentado: o distribuidor local que deu início à empresa ficou sem ideias e agora está com baixo desempenho.

A version of this article appeared in the November–December 2000 issue of Harvard Business Review.

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