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Círculos de lixo

Resumo.   

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O plano de negócios mais duvidoso pode parecer sólido — até inteligente — se for apresentado como um círculo virtuoso. “Veja, investimos nossos lucros em inovação para criar produtos deliciosos que os clientes compram, o que gera lucros que investimos em inovação!” Quem poderia argumentar contra isso? De fato, o mérito dos sistemas autorreforçados parece tão óbvio que os empresários descrevem instintivamente suas estratégias como atividades cíclicas que se alimentam magicamente. Enquanto isso, o público exige gráficos elegantes e fáceis de digerir que, quase por definição, eliminem as nuances. Não é surpresa, então, que as comunicações comerciais sejam péssimas com diagramas de círculos e setas que variam do idiota ao enganoso.

A version of this article appeared in the November 2005 issue of Harvard Business Review.

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