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Gerenciando equipes multiculturais

Resumo.   

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Quando um grande desenvolvedor internacional de software precisou produzir um novo produto rapidamente, o gerente de projeto reuniu uma equipe de funcionários da Índia e dos Estados Unidos. Desde o início, os membros da equipe não chegaram a um acordo sobre a data de entrega do produto. Os americanos pensaram que o trabalho poderia ser feito em duas a três semanas; os índios previram que levaria de dois a três meses. Com o passar do tempo, os membros da equipe indiana se mostraram relutantes em relatar contratempos no processo de produção, que os membros da equipe americana só descobririam quando o trabalho deveria ser passado para eles. Esses conflitos, é claro, podem afetar qualquer equipe, mas, nesse caso, surgiram de diferenças culturais. Com o aumento das tensões, os conflitos sobre datas de entrega e feedback se tornaram pessoais, interrompendo a comunicação dos membros da equipe até mesmo sobre questões mundanas. O gerente do projeto decidiu que precisava intervir, fazendo com que tanto os membros da equipe americana quanto a indiana confiassem nele para obter orientação sobre detalhes operacionais minuciosos que a equipe deveria ter sido capaz de administrar sozinha. O gerente ficou tão atolado com os problemas cotidianos que o projeto superou irremediavelmente até mesmo o cronograma mais pessimista — e a equipe nunca aprendeu a trabalhar em conjunto de forma eficaz.

A version of this article appeared in the November 2006 issue of Harvard Business Review.

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