Ontem foi o Dia Internacional da Mulher e havia muitos artigos e postagens em blogs defendendo a ideia de que a filantropia contra a pobreza deveria se concentrar em mulheres e meninas (veja, por exemplo, Postagem de Mary Ellen Iskendarian para The Conversation). Como muitas ideias anteriores sobre redução da pobreza, a abordagem “mulheres em primeiro lugar” tem sido cada vez mais capturada por um pensamento excessivamente simplista sobre os pobres e os programas de combate à pobreza — com consequências negativas facilmente previsíveis e já evidentes.