Kathy Giusti nunca teve nenhum desejo de ser empreendedora, especialmente no setor sem fins lucrativos. Ela adorava trabalhar para uma grande corporação e não se via como uma tomadora de riscos. No início de 1996, ela estava no caminho certo na empresa farmacêutica G.D. Searle e aspirava ser uma das primeiras mulheres no comitê executivo quando, aos 37 anos, recebeu uma notícia que mudaria sua vida: ela tinha mieloma múltiplo, um câncer mortal no sangue.