
Há quase uma década, os profissionais de marketing vêm falando sobre a ascensão do "consumo discreto": a crescente afinidade dos consumidores de elite por luxos discretos em vez de luxos de marcas tradicionais. Giana Eckhardt, professora de marketing da Royal Holloway, Universidade de Londres, observou com interesse o desenvolvimento da tendência na Europa e nos Estados Unidos. Mas foi preciso um ano sabático de 2012 na China para convencê-la de que esse era um fenômeno global ao qual ela - e todos os diretores de marketing individualizados do setor de luxo - deveria dedicar total atenção.