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Pare com a loucura das reuniões

Elena Kulikova/Getty Images  

Resumo.   

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Tirar sarro das reuniões é coisa dos desenhos animados do Dilbert - todos nós podemos brincar sobre como elas são dolorosas e sugadoras de alma. Mas essa dor tem consequências reais para as equipes e organizações. Em nossas entrevistas com centenas de executivos, em áreas que variam de alta tecnologia e varejo a produtos farmacêuticos e consultoria, muitos disseram que se sentiam sobrecarregados por suas reuniões - formais ou informais, tradicionais ou ágeis, presenciais ou mediadas eletronicamente. Um deles disse: "Não consigo colocar minha cabeça acima da água para respirar durante a semana". Outro descreveu ter esfaqueado a perna com um lápis para não gritar durante uma reunião de equipe particularmente torturante. Essas reclamações são apoiadas por pesquisas que mostram que a duração e a frequência das reuniões aumentaram nos últimos 50 anos, a ponto de os executivos passarem, em média, quase 23 horas por semana nelas, em comparação com menos de 10 horas na década de 1960. E isso não inclui nem mesmo todas as reuniões improvisadas que não entram na programação.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2017 issue of Harvard Business Review.

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