
Resumo.
Vários sistemas de saúde obtiveram ganhos impressionantes na melhoria dos resultados, na satisfação dos pacientes e na redução dos custos ao aplicar o Sistema Toyota de Produção (TPS) para redesenhar processos clínicos e administrativos "enxutos", eliminando desperdícios e aumentando a qualidade. Mas, em muitos casos, quando o líder que defendia o TPS deixou sua organização, esses esforços começaram a se perder. Sabemos disso em primeira mão: Isso aconteceu na ThedaCare, sediada em Wisconsin. Quando um de nós (John Toussaint) saiu em 2008, seu desempenho em termos de qualidade (conforme medido pelas métricas do Centers for Medicare & Medicaid Services para organizações de atendimento responsável da próxima geração) caiu de melhor do país para o meio do pelotão.